Todo mundo está te cobrando sobre IA.
A diretoria quer ver IA no planejamento. O fornecedor chega com uma solução pronta. O time pede ferramenta nova toda semana. E você fica no meio, tendo que decidir sem ter certeza de nada.
Já viu algo assim?
- Um time usando um modelo de linguagem pra validar demandas, quando uma automação simples resolvia o mesmo problema por um décimo do custo.
- Um fornecedor vendendo um agente de IA pra uma tarefa que uma planilha bem feita já resolvia.
- Um piloto que nunca acaba, porque ninguém combinou antes o que seria dar certo.
Muitas vezes o tropeço mais caro é usar uma IA maior do que o problema.
IA é uma ferramenta poderosa, e justamente por isso merece critério. Cada chamada, cada licença e cada hora do time têm custo. A pergunta é se o problema vale esse custo.
Antes de qualquer IA, eu faço quatro perguntas.
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Quanto custa a IA errar aqui?
O apetite de risco da empresa vem antes do modelo. Errar numa sugestão de texto é uma coisa. Errar numa decisão regulada é outra.
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Quanto esse problema custa hoje?
Em tempo, dinheiro, retrabalho ou risco. Se ninguém sabe, ainda não dá pra saber quanto vale gastar pra resolver.
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Qual é a solução mais simples que resolve boa parte dele?
Uma regra, uma automação, um processo arrumado. A IA entra quando o simples não dá conta.
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Como você vai saber se valeu a pena?
Benchmark, dono e métrica combinados antes de começar. Sem isso, o piloto não cresce.
A mentoria é pra você?
Sim, se você
- é gestor numa empresa média ou grande e está sendo cobrado sobre IA
- quer decidir com critério, e não no embalo do hype
- não tem a menor vontade de aprender ferramenta nem de virar técnico
- trabalha num lugar grande, regulado ou público, onde cada decisão precisa ser explicada
- já tem uma decisão na mesa, ou nem sabe por onde começar (tudo bem também)
Melhor não, se você
- quer aprender a usar ferramentas ou escrever prompts
- procura alguém pra implementar a solução
- precisa de parecer jurídico ou de auditoria técnica de modelos
- só quer ouvir que precisa de mais IA
Como funciona
- Formato
- Individual, só eu e você.
- Encontros
- Online, de 60 a 90 minutos, no horário que for melhor pra você.
- Ponto de partida
- Você traz uma decisão real, ou a gente começa escolhendo quais decisões merecem passar pelas quatro perguntas.
- Aceleradores
- De cada encontro, você sai com material de implementação e de apoio pra nunca mais ficar perdido naquele assunto.
O caminho
Quatro etapas, com um nivelamento opcional antes e um encontro de acompanhamento depois.
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Antes
Nivelamento (opcional)
O mínimo de dados e IA pra decidir sem virar técnico. Um encontro, se você quiser chegar com a base em dia.
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1
Maturidade e risco
Onde a sua empresa está e quanto erro ela aguenta. É aqui que a régua ganha os seus limites.
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2
Oportunidades e roadmap
As duas ou três decisões que merecem IA, em que ordem, e as que não merecem.
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3
Monitoramento e escala
O que medir, quando crescer e quando parar.
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4
Comunicação e influência
Como defender a sua escolha com a diretoria, o time e os fornecedores, inclusive quando a resposta é usar menos IA. Eu te ajudo a traduzir: o que perguntar pro time técnico, como ler a proposta do fornecedor e como explicar a decisão pra diretoria sem precisar chamar o técnico.
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Depois
Acompanhamento
Um encontro final pra ver como as decisões estão andando na prática.
Do ponto A ao ponto Z
Ponto A, hoje
- Você decide no escuro, empurrado pela diretoria ou pelo fornecedor.
- Aprova piloto sem saber o que seria dar certo.
- Fica sem jeito de dizer não e parecer atrasado.
- Depende de alguém técnico pra entender a proposta na sua frente.
Ponto Z, depois da mentoria
- Sabe quanto de IA cada problema merece, e quanto isso custa.
- Chega na reunião com fornecedor sabendo o que perguntar.
- Sabe a hora de escalar e a hora de parar.
- Diz não, ou ainda não, com argumento.
- Explica a decisão pra diretoria com as suas palavras.
Prazer, eu sou a Ela.
Matemática · Cientista de Dados · Petroleira
Sou formada em Matemática Aplicada pela UFRRJ, com intercâmbio na Indiana University, nos EUA, e trabalho há mais de 3 anos como cientista de dados na Petrobras.
Trabalho na maior empresa do Brasil, onde cada decisão precisa ser explicada e planejada. O “todo mundo está usando” não é justificativa.
Meu dia a dia é construir e implementar projetos de dados. Sento com gestores e usuários para desenhar soluções e decidir ferramentas. Passo boa parte do tempo traduzindo: de um lado, o que o negócio precisa; do outro, o que a tecnologia consegue entregar.
Eu não vendo ferramenta nem implementação. Estou oferecendo o que eu uso todo dia para tomar decisões melhores: critério.
Perguntas que costumam aparecer
Preciso saber programar ou entender de tecnologia?
Não. A mentoria é sobre decisão, não sobre ferramenta. Se quiser, tem um encontro de nivelamento pra você chegar com a base em dia.
E se eu ainda não tenho uma decisão sobre IA na mesa?
Tudo bem. A gente começa mapeando onde a IA pode, ou não, fazer sentido na sua área, e escolhe quais decisões passar pelas quatro perguntas.
Você implementa a solução?
Não. Eu te ajudo a decidir, a acompanhar e a defender a decisão. Quem implementa é o seu time ou o fornecedor que você escolher, agora sabendo exatamente o que pedir.
Quanto tempo dura?
Depende do seu ritmo. Cada etapa leva um ou dois encontros, mais o nivelamento opcional e um encontro final de acompanhamento.
Quanto custa?
Eu passo os valores na conversa, depois de entender o seu momento. Assim também consigo te dizer com sinceridade se a mentoria faz sentido pra você.